Conjunção - Português

Conjunção é uma palavra invariável que liga duas orações ou duas palavras da mesma função em uma oração.

Considere a seguinte forma, formada por três orações:

As horas passam, os homens caem, a poesia fica. (Emílio Moura)
Oração 1 Oração 2, Oração 3.


Vamos acrescentar a ela as palavras e e mas:

As horas passam e os homens caem, mas a poesia fica.

  • A palavra e está ligando as orações 1 e 2;
  • A palavra mas está ligando as orações 2 e 3;

Essas duas palavras (e e mas) são exemplos de conjunção.
Considere, agora, esta outra frase:

Miséria e medo são o cotidiano de milhares de crianças brasileiras.

Miséria e medo - sujeito
Miséria - núcleo do sujeito
medo - núcleo do sujeito

O e está ligando duas palavras equivalentes, isto é, duas palavras de mesma função na oração. Ele está funcionando como conjunção.

Quando a conjunção é representada por mais de uma palavra, a expressão recebe o nome de locução conjuntiva. Exemplo:

Nós o cumprimentamos, assim que ele chegou aqui.

Nós o cumprimentamos - 1ª oração
assim que ele chegou aqui - 2ª oração
assim que - locução adjetiva

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A circulação - Biologia

Em animais de pequenos volume, como cnidários e alguns vermes, ou com uma grande rede de câmaras e canais internos, como as esponjas, os tecidos estão em contato direto com o meio ou então muito próximos da superfície corporal. Dessa maneira, a passagem de alimentos, as trocas gasosas e a eliminação de excretas podem ser facilmente executadas por difusão direta. Esse processo, relativamente lento, é eficiente apenas quando as distâncias a serem percorridas pelas substâncias são pequenas.
Com a evolução, porém, os animais se tornaram mais complexos, e muitos deles, mais volumosos, ficando seus tecidos e órgãos cada vez mais distantes entre si e do meio exterior. A difusão direta já não era mais suficiente para promover trocas rápidas entre as células e o meio. O surgimento de um sistema transportador veio, então, garantir a circulação das substâncias pelo corpo, efetuando a distribuição de alimentos, a retirada de excretas e as trocas gasosas. Esse sistema é basicamente constituído por uma rede de vasos; um órgão propulsor, o coração; e um tecido líquido, o sangue.

O Sangue


Plasma


Contém aproximadamente 90% de água. Nele estão dissolvidas proteínas como a albumina, as globulinas, o fibrinogênio, as aglutininas, os anticorpos e muitas enzimas. Além disso, encontram-se no plasma aminoácidos, açucares, colesterol, lípidios simples e substâncias resultantes da digestão, que são distribuídas às células. Há ainda materiais da excreção nitrogenada, como uréia, ácido úrico e creatinina, removidos dos tecidos. Da composição do plasma fazem parte também vitaminas, hormônios e sais minerais.

Hemácias


As hemácias humanas são pequenas células disclóides, bicôncavas e anucleadas (sem núcleos). Em cada mm³ de sangue humano há cerca de 5 milhões delas, carregadas de hemoglobina, um pigmento respiratório transportador de oxigênio.
A hemoglobina forma um composto instável com o oxigênio. Essa propriedade garante uma pronta combinação com o oxigênio nos órgãos respiratórios, onde há alta tensão do gás, e fácil liberação desse oxigênio nos tecidos, onde ele se encontra em baixa tensão.

A circulação dupla


Neste caso, existe um circuito pulmonar (coração-pulmão-coração), que constitui a pequena circulação, e um circuito corporal ou sistêmico (coração-corpo-coração), que constitui a grande circulação.
No ser humano, o coração tem quatro câmaras - dois átrios e dois ventrículos, sendo a metade direita venosa (sangue com alta taxa de CO2) e a metade esquerda arterial (sangue com alta taxa de O2). Observe na figura ao lado que o átrio direito recebe sangue venoso vindo da cabeça e do corpo pelas duas veias cavas, superior e inferior. O átrio esquerdo recebe sangue arterial das veias pulmonares. Atravessando simultaneamente as duas válvulas, a tricúspide (lado direito) e a mitral (lado esquerdo), o sangue passa para os dois ventrículos, agora dilatados (diástole). A forte contração dos ventrículos (sístole) impele o sangue para duas grandes artérias: a pulmonar, que se ramifica e leva o sangue para os pulmões, e a aorta, que distribui o sangue para a cabeça (através das duas carótidas) e para o corpo. O ciclo se fecha quando o átrio direito recebe o sangue venoso pelas duas veias cavas, enquanto o átrio esquerdo recebe o sangue arterial vindo dos pulmões, pelas veias pulmonares.

O coração e as válvulas


Vimos que o coração tem quatro câmaras: dois átrios, que recebem sangue, e dois ventrículos, que impelem o sangue para fora. Nos pontos de saída das artérias pulmonar e aorta existem válvulas (válvulas semilunares), em forma de lâminas ou pregas, que evitam o refluxo do sangue para os ventrículos após a sua contração (sístole). A válvula tricúspide (com três lâminas) e a mitral (com duas lâminas) têm a mesma função, isto é, só deixam passar sangue num sentido. Anomalias nas válvulas (prolapsos) provocam refluxo parcial do sangue, comprometendo o trabalho cardíaco. Casos graves são consequência de infecção causada por um estreptococo que induz nosso sistema imunológico a atacar "por engano" as válvulas cardíacas, chegando a inutilizá-las. Isso leva à necessidade de cirurgias de implantes de válvulas artificiais, que requerem abertura do coração.

O trabalho de bombeamento feito pelo coração é coordenado, implicando a entrada simultânea de sangue nos dois átrios, sua passagem para os ventrículos através das válvulas e a saída, por contração dos ventrículos.

Os vasos sanguíneos


Independentemente do tipo de sangue, venoso ou arterial, que transportam, as artérias são vasos que saem do coração, e as veias, vasos que levam o sangue de volta ao coração. Assim, tanto artérias quanto veias podem transportar sangue arterial, rico em oxigênio, ou sangue venoso. Em geral, artérias têm sangue arterial e veias, sangue venoso. No entanto, a grande artéria pulmonar, que sai do coração, transporta sangue venoso, e as veias pulmonares, que chegam ao coração, transportam sangue arterial. As artérias se ramificam em arteríolas, e estas em redes de capilares, que irrigam os tecidos. Os capilares unem-se constituindo vênulas, e estas reúnem-se em veias que levam o sangue de volta ao coração.


A parede dos capilares é muito fina, pois é formada apenas por um epitélio simples, pavimentoso, o endotélio. Através dele ocorre a contínua troca de substâncias, por difusão, entre o plasma e os líquidos intercelulares.
Em nível estrutural, as artérias diferenciam-se das veias por terem paredes bem mais espessas e ricas em fibras elásticas. Nelas, o sangue circula sob alta pressão, impulsionado pelo bombeamento do coração. Em geral, as artérias situam-se mais profundamente em relação à pele, ao contrário das veias, que são bem vísiveis, superficiais.
Nas veias, a pressão sanguínea é baixa, e a volta do sangue para o coração é auxiliada pela contração da musculatura estriada, a qual, pressionando as veias, força o deslocamento no sentido de abertura das válvulas existentes nas suas paredes internas. Isso impede o refluxo do sangue. Como o fluxo sanguíneo é em geral ascendente e contra a gravidade, pessoas que permanecem em pé por muitas horas por dia têm maior propensão para apresentar varizes.

O trabalho cardíaco



A contração (sístole) da musculatura cardíaca (miocárdio) determina uma pressão no sistema arterial ligado aos ventrículos. Essa pressão arterial, medida no momento da sístola (pressão sístólica), é de mais ou menos 120 mmHg e cai para cerca de 80 mmHg no momento da diástole (pressão diastólica). Dizemos então que, em condições normais, a pressão arterial deve ser 120 por mmHg, ou, simplificando, 12 por 8.
É claro que outros valores podem ser normais, dependendo da idade. Se esses valores são permanentemente altos, fala-se em hipertensão.
Outro importante fator a ser considerado é a frequência cardíaca, que se refere ao número de contrações por minuto e pode ser medida em qualquer artéria, como as do pulso ou do pescoço (carótidas).
No homem em repouso, essa frequência é de 70 a 80 contrações por minuto. Em cada dessas contrações, o coração pode bombear de 120 a 140 mL de sangue.
Chamamos de débito cardíaco ou volume minuto a quantidade de sangue que a metade do coração (um ventrículo)  pode bombear em 1 minuto. O valor do débito cardíaco é de mais ou menos 70 mL por 70 contrações por minuto, praticamente 5 litros. Um atleta, pelo treinamento prolongado, pode ter um débito de 7 litros, ou seja, 100 mL por 70.

A linfa


Histologicamente, a linfa assemelha-se ao sangue pela presença de linfócitos e de alguns leucócitos granulócitos. Não apresenta hemácias, plaquetas, ou monócitos. As células predominantes são os linfócitos, lançados na linfa quando esta atravessa os tecidos linfóides dispersos pelo corpo.

A linfa circula numa extensa rede de capilares que acompanham os capilares sanguíneos na intimidade dos tecidos. Com isso, é possível a contínua drenagem de líquidos dos tecidos no interior dos órgãos. Quando isso não acontece, surgem os edemas ou inchaços, mais comuns nas pernas.

Os linfonodos


Ao longo da rede de vasos linfáticos dispõem-se pequenas estruturas globulares, os linfonodos. Eles têm uma cápsula fibrosa externa e, internamente, um tecido reticular linfóide, com linfócitos, plasmócitos e macrófagos. Pode-se dizer que a linfa, ao percorrer o interior do linfonodo, é lentamente filtrada numa espécie de labirinto esponjoso, sofrendo a ação direta dos macrófagos e dos anticorpos produzidos pelos plasmócitos.
Numa região de infecção, os linfonodos podem se apresentar muito inchados, inflamados e dolorosos, sendo conhecidos popularmente como caroços ou ínguas, ocorrendo especialmente nas virilhas e axilas, ou ainda na região cervical (pescoço).
Outros órgãos linfóides, que variam em tamanho, localização e estrutura histológica, são encontrados em muitas regiões do corpo. Os mais conhecidos são as tonsilas palatinas (antigas amígdalas), o timo e o baço. Este último é o maior órgão linfóide e o único localizado no percurso de grandes vasos sanguíneos, no abdome.

Veja também: Sistema Nervoso Autônomo (SNA) - Biologia

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Estatuto da Criança e do Adolescente - Sociologia


Estatuto é um conjunto de leis com aplicação específica. O Estatuto da Criança e do Adolescente aprovado pelo Congresso Nacional em 1990 é um conjunto de leis aplicadas a toda e qualquer criança e adolescente brasileiro. Desde a constituição de 1988 e depois da aprovação do Estatuto, crianças e adolescentes passaram a ser portadores de direitos e deveres. O Estatuto é considerado um conjunto de leis extremamente avançado e moderno porque considera a criança e o adolescente seres em desenvolvimento e que, portanto, precisam de proteção, cuidados e oportunidades amplas de educação e acolhimento por parte do Estado, da família e da sociedade. E também porque seus artigos se aplicam a toda e qualquer criança e adolescente independentemente da classe social e situação de vida. A lei anterior, o Código de Menores, aplicava-se somente aos menores de 18 anos que se encontravam em situação irregular, ou seja, abandonados ou praticantes de atos infracionais.

A diferenciação entre ser criança ou adolescente é definida pela idade. É considerada criança a pessoa com até 12 anos incompletos e adolescentes, a pessoa com 18 anos completos. Dentre os direitos das crianças, podemos citar: o direito à vida, o direito de não ser exposto a situações de vexame e humilhação, à violência e a outros.

O Estatuto também prevê medidas socioeducativas para adolescentes que cometam atos infracionais. Elas vão desde advertência até internações em estabelecimento educacional. A criança recebe um tratamento diferenciado em razão da sua conduta e pode ser encaminhada aos pais ou responsáveis, para a inclusão em programas comunitários, tratamento médico, psicológico ou psiquiátrico ou outros.

Veja também: Família - Sociologia

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Dalai Lama - Religião

O Dalai Lama é considerado por muitos como um grande sábio e mestre. Em seus livros e ensinamentos, percebe-se sua forma de conceber a vida e as relações humanas.

Leia algumas de suas instruções para uma vida feliz:

1. Lembre-se de que grandes amores e conquistas envolvem grande risco.
2. Quando você perder, não perca a lição.
3. Siga os três Rs: Respeito a si mesmo. Respeito aos outros. Reponsabilidade por suas ações.
4. Não conseguir o que você quer é, algumas vezes, um grande lance de sorte.
5. Aprenda as regras para saber quebrá-las da maneira mais apropriada.
6. Não deixe uma disputa por questões menores ferir uma grande amizade.
7. Quando você perceber que cometeu um erro, procure logo corrigi-lo.
8. Passe algum tempo sozinho todos os dias.
9. Abra seus braços para mudanças, sem abrir mão de seus valores.
10. Lembre-se de que o silêncio é, algumas vezes, a melhor resposta.
11. Uma atmosfera de amor em sua casa é fundamento para sua vida.
12. Em discordâncias com entes queridos, trate apenas da situação corrente. Não levante questões passadas.
13. Compartilhe seu conhecimento. Esta é uma maneira de alcançar a imortalidade.
14. Seja gentil com a terra e com todos os animais.
15. Uma vez por ano, vá a algum lugar onde você nunca esteve antes.
16. Julgue seu sucesso por aquilo de que você teve que abrir mão para consegui-lo.

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As Falácias - Filosofia

A falácia é um tipo de raciocínio incorreto, embora tenha a aparência de correção. É conhecida também como sofisma (a expressão "sofisma" vem sendo usada no sentido pejorativo, decorrente da intenção de enganar o interlocutor). Existem as falácias formais (de forma) e as não-formais (de conteúdo e não de forma).

Nas falácias formais, o argumento não atende às regras do pensamento correto e válido. Preste muita atenção à regra de conversão.

Entre as regras da conversão de proposições, nas chamadas inferências imediatas, só se pode converter simplesmente uma proposição universal quando se trata de uma definição ou quando na recíproca os termos mantêm a mesma quantidade.

Veja o exemplo que parece correto, mas é inválido.

1. Todos os seres humanos são vertebrados. (1ª premissa)
2. Ora, eu sou vertebrado. (2ª premissa)
3. Logo, eu sou homem. (3ª premissa)

Esse raciocínio, para o qual tendemos a dizer ser verdadeiro e correto, é formalmente inválido. Não importa se a conclusão corresponde à realidade, mas sim se trata de uma construção logicamente válida. Segundo uma das regras do silogismo, o termo médio deve ser, pelo menos uma vez, total. O termo médio (que no caso é "vertebrado") é aquele que aparece nas duas premissas e permite estabelecer a ligação entre os dois termos. Essa regra não é atendida no raciocínio, pois os seres humanos são alguns dentre os vertebrados, e eu sou um dos vertebrados. Para tornar mais clara a evidência, vamos substituir o sujeito "eu" por "meu cão".

1. Todos os homens são vertebrados. (1ª premissa)
2. Meu cão é vertebrado. (2ª premissa)
3. Logo, meu cão é homem. (3ª premissa)

Esse exemplo acima é de uma falácia normal, pois desatende a uma regra do argumento válido (2ª regra).

As falácias não formais são bastante comuns na vida diária. Muitas premissas, apesar de irrelevantes para a aceitação da conclusão, são usadas com uma função psicológica, afetando as emoções, para efeito de convencimento. Vejamos a tipologia de falácias não formais.

Falácia "de autoridade": Torna-se um recurso desviante quando a autoridade representativa de um setor ou âmbito é usada para "vender" uma ideia ou um produto.

Falácia de "autoridade às avessas": É um argumento no sentido pejorativo e ofensivo, conhecido como argumento "contra o homem". Assim, consideramos errada uma opinião só porque provém de alguém de quem não gostamos e que drepeciamos (não dar valor em algo). Se, por exemplo, algum craque do futebol, ou um famoso ator de uma novela faz propaganda de um produto, somos levados a pensar que o produto é bom

Falácia "de acidente": Nesse tipo de argumentação, considera-se essencial algo que não passa de acidente. Exemplificando, diante de um erro de um médico, concluir sobre todos os médicos.

Falácia "de ignorância da questão": É um tipo de argumentação no qual nos afastamos da questão, desviando a discussão. Quando, por exemplo, um advogado não tem como negar o crime do réu (culpado), apela para outros focos: "ele é um excelente pai, trabalhador incansável..."

Falácia de "petição de princípio": Neste tipo de argumentação, supomos já conhecido o que é exatamente o objeto da questão. Por exemplo: "O que você fez é injusto, pois é condenável."

Veja conteúdo similar clicando aqui: Inferências - Filosofia

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História em Quadrinho (HQ) - Redação

As histórias em quadrinhos começaram no Brasil no século XIX, enfatiza uma passagem de quadrinhos, mostrando o movimento dos personagens no desenho, como fala, utilizando quadrinhos com fundos brancos ou de determinadas cores, são muito conhecidas as histórias em quadrinhos da Mônica, como autoria de Maurício de Souza. Com a Turma da Mônica as histórias em quadrinhos começaram a ficar conhecidas universalmente. Virando um atrativo para os desenhistas.




As Aventuras de Chopper ( Parte 1 )



As Aventuras de Chopper ( Parte 2 )



As Aventuras de Chopper ( Parte 3 )


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Movimentos Artísticos - Artes

CUBISMO:


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O cubismo surgiu no século XX, No terreno da escultura, o cubismo destaca-se dos movimentos artísticos anteriores porque, diferentemente deles, suas obras são pensadas e construídas como nas colagens, com todo tipo de materiais: madeira, metais, papelão, cordas e outros, todos reunidos com o único fim de se obter uma escultura praticamente experimental e não concebida para a posteridade em mármores eternos e metais sólidos.
Como acontece na pintura, predominam as formas geométricas planas, e o pouco volume é conseguido com sua superposição. Não há preocupação quanto ao ponto de vista do observador, nem quanto à criação de cavidades ou espaços, nem sequer quanto à direção da luz. Às vezes há uma aproximação dos princípios futuristas, na tentativa de plasmar não apenas as diferentes faces espaciais de um objeto, coisa natural na escultura, mas também as temporais.
Um valor adicional da escultura cubista é a fascinação de seus representantes pela arte étnica, principalmente a africana, pela qual se deixam influenciar e da qual extraem aquilo que lhes agrada.
Os artistas Cubista mais conhecidos foram: 

Georges Braque
 Marcel Duchamp 
Juan GrisFernand 
Leger Jacques 
Lipchitz Liubov 
Popova Francis Picabia 
Pablo Picasso 
Louis Marcoussis
 Jean Metzinger Marie
  Vassilieff Fritz Wotruba 




O Cubismo teve um grande impacto sobre os artistas das primeiras décadas do século 20 e que deu origem ao desenvolvimento de novas tendências da arte como: futurismo, construtivismo e expressionismo.  

ABSTRACIONISMO / ARTE ABSTRATA:
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O abstracionismo foi desenvolvida no século XX, o Abstracionismo ou Arte Abstracta é compreendido como a arte que não representa objectos próprios da nossa realidade concreta. Os formato geométricos, as linhas e as cores ganharam, assim, um maior valor independente da realidade, não mostrando nada em concreto, apenas os impulsos estéticos, sentimentos ou emoções do artista.
Uma arte abstrata, que coloca na cor e forma a sua expressividade maior. Estes artistas se aprofundam em pesquisas cromáticas, conseguindo variações espaciais e formais na pintura, através das tonalidades e matizes obtidos. Eles querem um expressionismo abstrato, sensível e emotivo.


Com a forma, a cor e alinha, o artista é livre para expressar seus sentimentos interiores, sem relacioná-los a lembrança do mundo exterior. Estes elementos da composição devem Ter uma unidade e harmonia, tal qual uma obra musical.


Os artistas Cubista abstracionistas mais conhecidos foram: 
FRANZ MARC (1880-1916)
WASSILY KANDINSKY (1866-1944)

                                                Abstracionismo no brasil:

O que foi o abstracionismo no brasil? 


A abstração surge com maior ênfase em meados dos anos 50. O curso de gravação de Iberê Camargo (1914-1994) forma uma geração de gravuristas abstratos, na qual se destacam Antoni Babinski (1931-), Maria Bonomi (1935-) e Mário Gruber (1927-). Outros impulsos vêm da fundação dos museus de Arte Moderna de São Paulo (1948) e do Rio de Janeiro (1949) e da criação da Bienal Internacional de São Paulo (1951). Entre os pioneiros da abstração no Brasil, destacam-se Antônio Bandeira (1922-1967), Cícero Dias (1908-) e Sheila Branningan (1914-). Posteriormente, artistas como Flávio Shiró (1928-), Manabu Mabe (1924-1997), Yolanda Mohályi (1909-1978), Wega Nery (1912-), além de Iberê, praticam a abstração informal. A abstração geométrica, que se manifesta no concretismo e no neoconcretismo também nos anos 50, encontra praticantes em Tomie Ohtake (1913-), Fayga Ostrower (1920-), Arcângelo Ianelli (1922-) e Samson Flexor (1907-1971).
FUTURISMO:

O Futurismo é um movimento artístico e literário, que surgiu, em Itália, a 20 de Fevereiro de 1909, com a publicação do Manifesto Futurista pelo poeta italiano Filippo Marinetti. As suas obras baseavam-se fortemente na velocidade e nos desenvolvimentos tecnológicos do final do século XIX. E os primeiros futuristas também exaltavam a guerra e a violência.
Para os artistas, neste estilo procura-se expressar o movimento actual, registando a velocidade descrita pelas figuras em movimento no espaço. Por exemplo, o artista no está interessado em pintar um carro, mas sim captar a velocidade descrita por ele no espaço. Os seus primeiros seguidores foram: Umberto Boccioni, Carlo Carrà e Luigi Russolo.
As suas principais características são: Alternância de planos na sobreposição de imagens; Mobilidade no controlo das formas; Fragmentação da luz; Cores muito contrastadas. Cavalo e Cavaleiro, Carlo Carrà, 1912-1913.



FUTURISMO NO BRASIL:

movimento colabora para desencadear o modernismo, que dominou as artes após a Semana de Arte Moderna de 1922. Os modernistas usam algumas das técnicas do futurismo e discutem suas idéias, mas rejeitam o rótulo, identificado com o fascista Marinetti.

    




SURREALISMO:
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O Surrealismo foi um movimento artístico e literário surgido, em Paris (França), nos anos 20, que reunia artistas anteriormente ligados ao Dadaísmo. Foi fortemente influenciado pelas teorias psicanalíticas de Sigmund Freud (1856-1939). Os seus principais representantes são Max Ernst, René Magritte, e Salvador Dalí, nas artes plásticas e André Breton, na literatura.
O Surrealismo descreve o “surreal”, ou seja, o inconsciente, e entender o mundo dos sonho. Nem sempre são fáceis de perceber, estes quadros representam seres estranhos e fantasmagóricos, com colecção de objectos do quotidiano. Nos quadros surrealistas, as imagens vão tranquilidade do sonho e a desassossego dos pesadelos. A Andorinha de Amor, Joan Miró, 1933-34



ESCULTURA SURREALISTA:

No surrealismo, melhor do que falar em escultura, deve-se falar em objetos retirados do seu contexto - algo muito parecido com o que o francês Marcel Duchamp, na ocasião também membro do movimento, havia iniciado com seus ready mades. Os surrealistas se dedicaram conscientemente a reunir os objetos mais díspares, privados de sua funcionalidade, para expressar as necessidades mais íntimas do homem. No começo, chegaram inclusive a falar de dois tipos de objetos: os naturais (vegetais, animais e minerais) e os de uso cotidiano.

                                               ARTE CINÉTICA:


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A arte cinética, também conhecida como Cinetismo, explora efeitos visuais por meio de movimentos físicos ou ilusão de óptica ou truques de posicionamento de peças.
A arte cinética busca romper com a condição estática da pintura e da escultura, apresentando a obra como um objeto móvel, que não apenas traduz ou representa o movimento, mas está em movimento.
Artistas como Marcel Duchamp, Alexander Calder,Victor Vasarely, Jesus Raphael Soto, Abraham Palatinik, Yaacov Agam, Jean Tinguely, Pol Burysão os artistas mais conhecidos deste movimento.

                                                 POP ARTE:

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O Pop art surgiu como uma rebelião aos estilos convencionais de arte, trazendo de volta as realidades do dia-a-dia e a cultura popular. Essa nova modalidade de manifestação artística surgiu na Inglaterra, porém teve seu pleno desenvolvimento em Nova York, EUA, nos anos 60.
O pop art começou a tomar forma quando alguns artistas, depois de estudar símbolos e marcas da propaganda, começaram a transformar isso em arte. O objetivo principal dos artistas do pop art era criticar a sociedade por causa do consumismo.
Principais artistas do movimento Pop Art: 
Richard HamiltonAndy WarholRoy LichtensteinRobert Rauschenberg.

                                                  ARTE OP:

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Na Op art, as cores têm a finalidade de passar ilusões ópticas ao observador. Visando atingir o dinamismo, os artistas usam tons vibrantes e círculos concêntricos, dando a idéia de movimento e interação entre os objetos e o fundo.
Principais artistas do movimento Óptico são: 
Bridget RileyVictor VasarelyAlexander CalderYouri Messen-Jaschin.

                                                                                   
                                          
                                           EXPRESSIONISMO:

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Principais características:
Pesquisa no domínio psicológico 
Cores resplandecentes, vibrantes, fundidas ou separadas;
Dinamismo improvisado, abrupto, inesperado;
Pasta grossa, martelada, áspera
Técnica violenta: o pincel ou espátula vai e vem, fazendo e refazendo, empastando ou provocando explosões;
Preferência pelo patético, trágico e sombrio.

Principais Artistas:

Gauguin, Cézanne e Van Gogh 



IMPRESSIONISMO:

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Impressionismo foi inicialmente atribuido a um grupo de jovens pintores com um tom extremamente pejorativo. Estamos na segunda metade do século XIX, e a grande evolução - quer a nível tecnológico ou a nível cultural - centrava-se essencialmente em Paris, no coração da Europa.
O meio era o mais favorável possível à inovação, registando dois fatores absolutamente fundamentais: a invenção da fotografia e o início da produção e comercialização de tintas preparadas quimicamente, em bisnagas.



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Acentuação gráfica - Português

A acentuação gráfica das palavras possibilita que elas sejam lidas (pronunciadas) corretamente. Para fins de estudo, as regras de acentuação serão subdivididas em dois grupos: regras gerais e regras complementares.

Regras gerais


1ª regra: Acentuação das palavras monossílabas tônicas









Observação: Monossílabas átonas (isto é, que têm pronúncia "fraca") não recebem acento.

Exemplos: Ela estava na festa de aniversário, mas não a vi.

2ª regra: Acentuação das palavras oxítonas











3ª regra: Acentuação das palavras paroxítonas




Observação:  Os prefixos (semi-, anti-, super-, inter- etc.) não são acentuados (ou seja, não seguem a regra). Exemplo: super-homem.

4ª regra: Acentuação das palavras proparoxítonas


TODAS AS PALAVRAS PROPAROXÍTONAS SÃO ACENTUADAS.

Exemplos: picos, quinas, nica, digos, relêssemos.

Regras complementares


1ª regra: Acentuação dos ditongos abertos


Quanto à pronúncia, os ditongos podem ser:

  • Fechados (pronunciados com a boca mais fechada).
Exemplos: ameixa, noite, boi, plebeu.
  • Abertos (pronunciados com a boca mais aberta).
Exemplos: faixa, cartéis, corrói.

Existem três ditongos abertos que devem ser acentuados. Veja o quadro, segue em ordem:

Acentuam-se os ditongos abertos:  Él(s), ÉU(s), ÓI(s)                             
Exemplos: anéis, papéis / troféu, chapéus, véus / heróico, constrói, dói

Observação: Lembre-se de que, quando uma palavra recebe acento, este deve ser colocado necessariamente na sílaba tônica. Assim, palavras que apresentam ditongo aberto em sílaba não-tônica obviamente não são acentuadas.

Compare:

chapéu é acentuada, pois o ditongo aberto está na tônica.
chapeuzinho não é acentuada, pois o ditongo aberto não está na tônica.

2ª regra: I e U 2ª vogal do hiato

O i  e o u dos hiatos (encontro de dois sons vocálicos pronunciados em sílabas separadas) são acentuados desde que:
  • representem a 2ª vogal do hiato (vogal da direita);
  • sejam a única letra da sílaba (ou acompanhadas de s);
  • não estejam seguidas de nh.
Exemplos: miúdo (mi-ú-do), caído (ca-í-do), país (pa-ís).

Note, portanto, que palavras como cair e Raul não são acentuadas, pois o i  e o u  não estão sozinhos na sílaba (ca-ir, Ra-ul). No entanto, caída e baú têm acento, pois o i  e o u ficam sozinhos (ca-í-da, ba-ú). Em palavras como rainha, o i não recebe acento, pois está seguido de nh.

3ª regra: Verbos crer, dar, ler e ver

Algumas formas desses verbos são escretias com êe. Veja:

ELES CRÊEM, QUE ELES DÊEM, ELES LÊEM, ELES VÊEM

O acento circunflexo se mantém nas formas dos verbos deles derivados ( descrer, reler, rever, prever etc.)

Exemplos: eles descrêem, eles relêem, eles revêem, eles prevêem.

4ª regra: Verbos ter e vir

Esses verbos apresentam duas formas particulares quanto à acentuação gráfica. São elas:

ELES TÊM, ELES VÊM

Essa particularidade se conserva nas formas dos verbos deles derivados (manter, deter, reter, convir, provir etc.)

Exemplos: eles mantêm, eles detêm, eles convêm, eles provêm.

5ª regra: Grupos que, qui, gue e gui

A letra u dos grupos acima recebe:
  • trema quando tem pronúncia átona (= fraca).
Exemplos: aguenta, sequencia, tranquilo.
  • acento agudo quando tem pronúncia tônica (= forte).
Exemplos: apazigúe, argúi.

Observação: Quando o u não é pronunciado, não recebe acento algum.

Exemplos: aquilo, esquema, guerra.

6ª regra: Acento diferencial

Existem algumas poucas palavras que, embora não se enquadrem em nenhuma das regras anteriores, recebem acento gráfico. Trata-se do chamado acento diferencial. Foi abolido com a reforma ortográfica.

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Sistema Nervoso Autônomo (SNA) - Biologia

A capacidade de homeostase não depende somente da atividade do Sistema Nervoso Central (SNC), pois todos os órgãos viscerais têm uma regulação autônoma, funcionando sem a necessidade de um controle voluntário. É o caso de nossas funções vegetativas, como a respiração, a circulação, a digestão, que, além de involuntárias, são auto-reguláveis. Todos os nervos e gânglios responsáveis por esse controle constituem o sistema nervoso autônomo (SNA), que tem importante participação na homeostase do organismo.

As fibras nervosas do SNA não estão ligadas diretamente aos órgãos que devem controlar. As fibras pré-ganglionares originam-se de neurônios localizados no encéfalo e na medula e terminam em sinapses, no interior de gânglios.

Desses gânglios saem as fibras pós-ganglionares, que vão até o interior dos órgãos viscerais.

Os nervos e os gânglios do SNa estão reunidos em dois grupos, o SN simpático e o SN parassimpático. O primeiro é formado por uma cadeia de gânglios situados dos dois lados da medula, ao longo das regiões torácicas e lombar. Seu mediador químico (neurotransmissor) é a adrenalina. Por isso, as fibras do SN simpático são chamadas de adrenérgicas.

O SN parassimpático parte do cérebro e da região sacra da medula. Suas longas fibras (pré-ganglionares) chegam aos gânglios parassimpáticos, que se localizam nas paredes dos órgãos viscerais. Nesse caso, o neurotransmissor é o acetilcolina, e suas fibras são chamadas colinérgicas.

A integração simpático-parassimpático


Os órgãos viscerais recebem fibras simpáticas e parassimpáticas, que atuam antagonicamente, ou seja, umas estimulando e outras inibindo suas funções. Dependendo do órgão, a estimulação ou a inibição pode ser feita pelas fibras simpáticas ou parassimpáticas.

O mecanismo de regulação desses órgãos viscerais depende basicamente da ação antagônica dos dois sistemas. Qualquer aumento de estimulação em um órgão provoca um aumento proporcional de inibição, por parte da fibra antagônica, que leva ao equilíbrio da função. É como se tivéssemos um acelerador e um freio agindo simultaneamente, e ajustando, a cada instante, a velocidade de funcionamento do órgão.

Um bom exemplo dessa integração é o da regulação da frequência cardíaca. A fibra parassimpática que chega ao coração é um ramo do vago, o décimo (X) par de nervos cranianos. Pela liberação de acetilcolina, essa fibra inibe o batimento cardíaco, enquanto a adrenalina, liberada pela fibra simpática, estimula o coração.

Veja na tabela exemplos do efeito da ação do Sistema Nervoso Autônomo (SNA):









Os Reflexos


Você certamente já viu que, fazendo incidir um feixe de luz no olho, reduz-se rapidamente o diâmetro da pupila por contração do músculo esfíncter da íris; a brusca chegada de um objeto perto do olho faz a pessoa piscar, e uma pancada sobre a rótula, no joelho, provoca brusca contração da perna, que é "chutada" para a frente.

Sabemos que um gato, jogado para o alto, de ventre para cima, torce-se rapidamente e cai em posição normal. Um recém-nascido é capaz de se manter pendurado pelas mãos, segurando firme os dedos do médico, quando levantado lentamente. Quando, distraidamente, tocamos a mão em algo muito quente, há uma retração brusca até do braço todo, como uma forma de proteção.

Estamos falando de reflexos, e o que há em comum neles é o fato de serem involuntários. Os reflexos são, portanto, atos involuntários, rápidos, conscientes ou não, que visam a uma proteção ou adaptação do organismo, quando este recebe um estímulo periférico. Eles ocorrem por estimulação física ou química e dependem de uma série de estruturas para que se efetive a reação ou ação reflexa. Essas estruturas constituem o arco reflexo simples. São elas:

a) receptores na pele, nas mucosas ou nos tendões;
b) nervo aferente ou sensitivo, que leva o impulso nervoso até um centro nervoso;
c) centro nervoso, coordenador, que pode ser o encéfalo ou a medula espinhal;
d) nervo eferente ou motor, que leva o impulso nervoso para um órgão efetuador;
e) órgão efetuador, glândula ou músculo, que reage caracterizando o ato ou ação reflexa.

É claro que a ação reflexa é mais ou menos bem localizada em função da região que recebe o estímulo.
Na figura ao lado, o arco reflexo simples tem como centro nervoso a medula e, portanto, o ato ou a ação reflexa não depende do cérebro. Isso acontece com o reflexo do tendão da patela (antiga rótula), o chamado reflexo patelar (rotuliano).
Em animais de laboratório, a secção do nervo sensitivo que entra pela região dorsal da medula determina a perda de reflexos, pois o impulso nervoso não chega ao centro coordenador.
A secção do nervo motor que sai da região ventral da medula não afeta a sensibilidade nem gera dor na região estimulada, mas há total incapacidade de reposta, ocorrendo uma paralisia.

Lesões traumáticas dos centros cerebrais ou medulares também incapacitam o indivíduo para reagir. É por isso que, quando há suspeita de gravee lesão neurológica, faz-se o exame de reflexo pupilar.

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